Maridinho que sabe a mulher que tem, vive em busca de soluções ideias pra doida da esposa!
E eis que num domingo eu acordo ele estava ansioso no computador, pra me mostrar isso aqui! E eu que fiquei babando, não poderia deixar de dividir!
Tá tudo bem, ainda é tipo: Sonha Eva, sonha! Mas quem sabe né? Celular também já foi artigo de luxo e ficar por dentro de novas tecnologias não faz mal né?!

“No projeto Tic Tac, dos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenez e Rodrigo Marcondez Ferras, a laje, comodos e paredes são móvei.

Rio de Janeiro – Basta girar o quarto ou deslocar uma das paredes da sala para contemplar uma paisagem diferente. E se precisar de uma sombra na varanda, uma opção é mover um pouco a laje. Afinal, quase tudo nesta casa é móvel. É só apertar um botão e os cômodos correm sobre trilhos. Os responsáveis por este projeto flexível, o Tic Tac, são os arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenez e Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório paulistano FGMF.



O modelo de imóvel foi criado a pedido da revista britânica Wallpaper, que incluiu o trio no ranking dos 30 profissionais mais promissores do mundo na área de arquitetura.


“A revista pediu que criássemos um projeto que refletisse o conceito do escritório. Nossos trabalhos buscam desenhos flexíveis, que trabalhem a integração entre os espaços internos e externos, que proponham ambientes que estão entre o estar dentro e fora de casa. Foi a partir disso que criamos essa casa mutante, que tem partes que se mexem de acordo com as necessidades do morador. Só a cozinha e o banheiro que, por causa das instalações hidráulicas, não podem ser deslocados pelo terreno”, diz o arquiteto Rodrigo Marcondez Ferraz.


O Tic Tac tem 77 metros quadrados com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Isso quando está todo fechado, sem dar giros de até 180 graus em algum dos cômodos, deslocar paredes ou a laje superior. Pois, nesse caso, a casa pode atingir o triplo do tamanho original.


“A ideia é que o imóvel seja erguido sobre um platô, de até 400 metros quadrados. Nele, há trilhos por onde os cômodos podem ser deslocados. Pelas vigas metálicas correm as paredes, também feitas com placas de metal e cobertas internamente de gesso.”


A questão da sustentabilidade também passa pelo projeto. Sua concepção permite a redução de resíduos de obra. Além disso, na construção são utilizados materiais recicláveis, como ferro e alumínio. E o deslocamento das paredes, quartos, sala e laje permitem ao morador aproveitar ao máximo a energia solar.


Este projeto mutante ainda não foi executado. Por enquanto, está apenas no papel. Mas, segundo os arquitetos, ele, pode, sim, ser construído. Para isso, é preciso ter um terreno bem plano. No entanto, por ser desnecessária uma fundação, não há exigência quanto ao tipo de solo.

Projeto similar ao Tic Tac, feito pelos arquitetos da FGMF, tem como opção a o deslocamento da laje.


UM PROJETO SIMILAR EM SÃO PAULO – Em Bauru, já começou a ser erguida pelos arquitetos da FGMF uma casa inspirada no modelo flexível. Na parte superior do imóvel, há uma laje com rodinhas para poder deslocá-la de um lado para o outro. Tudo bem que ainda é uma forma tímida de mover as partes até então fixas da casa. Mas, talvez, a partir de projetos como esse, o mundo terá, em 40 ou 50 anos, uma cidade toda flexível, que pode ser constantemente reconfigurada, conforme a criatividade e necessidade do morador.”
O texto foi copiado na integra e foi escrito por Ystatille Gondim aqui.

… de creme!
Porque tem horas que só o que resta é sentar e tomar um big sorvete de creme com capuccino, assim desse tamanhão mesmo!

Foto: Eva Caroline
E a minha descoberta do ano foi o tal sorvete de creme! Existem mil maneiras de preparar Nest…. ops… sorvete e creme! Invente uma!
Esse aí tem um jeitinho especial de preparar, não é simplesmente jogar capuccino no sorvete ou vice versa.
Tem ser com carinho! Assim:
Aquece dois dedos de água (uma xícara de cafezinho).
Coloca numa xícara ou copo comprido 3 colheres de sobremesa de pó pra capuccino e joga metade da água mexendo bem pra dissolver o pó, depois completa com o resto da água. Vai virar quase um creme.
Aí sim, é só ir colocando o sorvete. O café tem que está bem concentrado, porque quando colocar o sorvete, ele vai derretendo com o calor do café e se misturando com ele. Tem que ir colocando o sorvete e empurrando pra baixo até o sorvete chegar no topo! Quem quiser cobre com Chantily, mas sem fica delicioso também.
Quem fizer me conta o que achou! Eu simplesmente deliro com isso, apesar de não gostar de café!
 
Notinha de rodapé:
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 Pedi ajuda a minha mãe pra escolher entre duas fotos que tinha tirado pra postar aqui e a escolha dela foi essa.
Agora, porque eu to contando isso?
Porque ela começou a viajar nas imagens formadas pelo sorvete e o café no copo. Descartou uma, porque viu um E.T. e não gostou dele e escolheu essa porque viu um homem de turbante, uma mulher e uma criança deitada (haja imaginação). E eu toda preocupada, com a luz, o brilho no copo, o formato do chantily que em um já tava meio derretido e no outro tava todo certinho… rs
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