Já deram um pulinho na La Pomme hoje?
Trabalhamos o final de semana inteiro e ele está com um visual novo, mais limpo e mais fácil de navegar!
E pra comemorar a mudança Max Motta fez uma história em quadrinhos sobre a loja!


clica na imagem pra ampliar!
Nós Adoramos a tirinha e vocês?

Marolinna disse…

Aiiin #MORRI qndo vi, entaum… Quero uma ecobag La Pomme (com direito a cerejinha e tudo) pra chamar de minhaa!!! :)

e torcendo.. (yn)

beeijos


Manda e-mail pra mim com tesu dados ok?!

Faz tempo que preciso escrever certas coisas aqui, mas as os dias têm passado tão depressa que não tava dando… Espero agora conseguir dia a dia deixar vocês a par de toda reviravolta que pode acontecer na vida de uma pessoa, que dizer… da minha pessoa.
E pra quem tá chegando por aqui recentemente e não quer ficar sem norte sugiro que leia os seguintes posts na ordem:

“LANÇAMENTO DA LA POMME” 13 •ABRIL • 2010
“VIVENDO UM SONHO” – 09 • MAIO • 2010
“NÃO TENHO MAIS CASA” 13 • MAIO • 2010

Vamos retomar, quer dizer, nems ei se posso chamar de retomar.
Até onde “conversamos” estavamos construindo um estúdio e dividindo a casa entre atelier e estúdio até a casa nova ficar pronta não é isso?

O estúdio ficou pronto, depois de pedreiro largar a obra e deixar a gente na mão (mesmo tendo recebido quase tudo), tivemos que entregar a casa do estúdio antigo sem ter o estúdio novo, pois já tinhamos conversado com o dono. Ficamos dois meses sem ter onde trabalhar direito. Mas o danadinho ficou pronto (conseguimos um empreitero nota 10!) e ficou ótimo muito próximo do que planejamos: parede de tijolinjo aparente… fofo demais, muito bom pra trabalhar, com espaço…
Depois disso pronto partimos para fachada e jardim. Que também ficaram fofos.

Acontece que no meio de tudo isso estavamos resolvendo as coisas da casa própria. O desenho da casa pronto, lindo e de babar, nós 3 sonhando com cada coisinha e daí o que acontece?
Vivemos entre pessoas e as pessoas não agem nem pensam igual.
O terreno de lado ao nosso foi vendido – área de Mata Atlântica – que foi taxativamente afirmado pela administração do condimínio (quando compramos o nosso) que era área de preservação e que eles não autorizariam desmatamento. Além disso nós pretendiamos comprar pra manter preservado. Sim, esse terreno foi vendido e o proprietário DESMATOU. Quando ele começou a derrubar as árvores menores procuramos o condomínio que simplemente nos disse: ele é dono, ele faz o que quiser.
Fizemos denúncia, mas depois que ele derrubou não tem muita solução…Depois disso foi só decepção, fomos acusados de construir  (um muro de arrimo) invadindo o terreno do cara.
Decidimos então abortar nossos planos, estavamos indo pra lá em busca de sossego e não de confusão. O terreno está a venda novamente e nós “sem casa” ainda!

Com isso a situação de moradia provisória nessa casa junto com trabalho passou a definitiva já que Eder (e eu também) não quer sair dessa casa se não for para nossa ou por outro motivo que não possamos driblar.

Ou seja precisavamos resolver várias coisas para que essa convivência casa x trabalho fosse otimizada.
Então morando e trabalhando resolvemos fazer uma mini reforma. Repintar a casa toda de branco. e partir do zero.
Gente reformar morando e trabalhando numa casa pequena é simplesmente o terror. Mas sobrevivemos e tudo terminou hoje.
Se antes disse que restou pouco da casa que vocês conheciam. Hoje digo que fora as paredes e os móveis não restou nada. A casa ta seca, fria e feia.
Mas não tô me lamentando não tô falando isso com a maior felicidade do universo!
Porque finalmente terminaram todas as dores de cabeça que uma reforma por menor que seja traz.
Porque isso me possibilitou melhorar meu ambiente de trabalho. Hoje tenho um atelier mais espaçoso, minhas máquinas têm um comodo só pra elas, e a La Pomme vai ganhar um Showroom.
Além de tudo isso eu encaro paredes brancas como espaço em potencial, mil e uma coisas que podem ser feitas nelas. Isso quer dizer que vou voltar a fazer coisinhas pra minha casa (em passos mais lentos, porque o tempo tá curto) e consequentemente teremos postagem.
Hoje terminou a reforma e hoje já comecei executar a ambientação da La Pomme. Em breve eu trago as fotos!

Beijoscas e vamos sorrir!

Estamos falando aqui no blog em sustentabilidade e eu sempre gosto de dizer que na La Pomme procuro pensar sempre em produtos que além de bonitos serão úteis. São na maioria objetos de uso no dia a dia!
Mas também sempre penso em como posso pelo menos tentar ser sustentável também em outros processo.
Desde a utilização de luz natural no atelier, até a embalagem final dos produtos.
Nossas tags além de serem de papel não são descartáveis, viram marcadores de página magnéticos.
Nossas embalagens individuais são de papel e já são bonitas o suficiente para dispensar a compra de mais uma embalagem de presente (assim já reduz o consumo e gera menos resíduo).
E pra campanha de Natal eu pensei exatamente nisso, numa embalagem que ficasse legal, com espaço para comportar uma mensagem, descartando o uso do cartão e por ter um layout bonito que acompanha a estampa do produto, com certeza nnao vai pro lixo, servirá para guardar alguma coisa ou até enfeitar um estante!
Vamos ver?
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Não ficou um luxo?
Dá uma passadinha na La Pomme que até dia 01 de dezembro as embalagens personalizadas são cortesia da casa!


O consumo consciente vai além das compras. Segundo o Instituto Akatu, “a compra é apenas uma etapa do consumo. Antes dela, temos que decidir o que consumir, por que consumir, como consumir e de quem consumir. Depois de refletir a respeito desses pontos é que partimos para a compra. E após a compra, existe o uso e o descarte do que foi adquirido.”
O tempo inteiro estamos consumindo produtos produzidos pelo homem, industrializados ou artesanais, assim como os recursos naturais do nosso planeta. Então, o importante é não se deixar agir por impulso ou no automático. Pense que suas práticas devem sempre priorizar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos dos seus atos de consumo, e desta forma contribuir para construir um mundo melhor.
Sei que parece bem difícil, mas na verdade é bem simples. Com o tempo e a prática é possível colocar em prática idéias mais sustentáveis. Aos poucos você vai sentir que essas práticas já estão incorporadas ao seu dia-a-dia e vai ficando cada vez mais fácil lidar com elas. Sua qualidade de vida vai melhorar na mesma medida.
Como a Eva nos presenteou com essa coluna, logo estarei dando dicas mais práticas para se viver esse consumo consciente, mas desde já quero lembra-los de umas coisinhas: economize água e energia elétrica, prefira o transporte coletivo ou bicicleta sempre que possível, separe seu lixo para a reciclagem…
Até a próxima!
Cristiane Iannacconi é mestre em design pela PUC-Rio, mãe do pequeno Ian e autora do blog Ciclicca.

Pessoas queridas.
A receita anterior foi uma adaptação de uma que eu recebi por e-mail e como algumas pessoas deixaram comentário com dúvida/sugestão, digo o seguinte:
1- sim, essa massa leva duas colheres de achocolatado ou chocolate em pó.
2 – Não há necessidade dividir em duas partes, pode colocar no microondas na própria caneca que preparou, mas aí ao invés de 2:30 min você deixa 3:00 min
3 – O bolo sobe sim e fica pra fora da caneca quando feito na própria caneca de preparo
4 – Para evitar que derrame e suje o microondas coloque um prato embaixo.
Existem variações dessa receita, mas vou colar aqui a que recebi:

“Bolo de caneca
Você prepara na própria caneca que irá consumir e em apenas 3 minutos no microondas.
Ingredientes:
- 1 ovo pequeno
- 4 colheres (sopa) de leite
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
- 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
- 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó
Modo de Preparo:
- Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo.
- Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
- Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorpar.
- Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima.
Dicas
- A caneca deve ter capacidade de 300ml.
- A medida de colher é sempre rasa.
- Você pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode comer quente.”


Beijos e queijos

Hoje Isadora vai ensinar como fazer bolo de caneca com um ingrediente especial: ALEGRIA!

Chef: Isadora (coisa mais fofa)
Fotos: Eder Jules / Eva Caroline
Pos Produção: Eva Caroline

Eu não tô tendo tempo nem pra respirar, mas um sentimento veio e eu preciso “falar”. Sou adepta do não deixe pra dizer o que sente depois. Diga já!

A pessoa começa a existir ainda como embrião e já causa tumulto na sua vida. E você não a quer.
Você não quer ter que dividir, não quer que ela bagunce o seu mundo perfeito!
Não, eu não tô falando da minha gravidez, tô falando da gravidez da minha mãe, gestando a minha irmã. Mas não posso dizer que não estou falando da minha filha.
Eu digo e repito o meu amor, carinho e preocupação com ela não tem diferença ou distinção do que sinto pela minha filhinha, a que gerei.
Isabela é a minha filha/irmã.
Nossa história como irmãs é conturbada, instável e serena.
A gente teve (quer dizer eu tive…) que cultivar e entender esse amor. Eu tive que amadurecer pra perceber que a gente não dividia, a gente multiplicava e aí a mágica aconteceu e ela foi minha amiga, minha cúmplice e minha companheira e ao mesmo tempo meu bebe, meu tesouro que eu tinha que guardar e proteger.
E depois de separação da família, separação de casas, mudanças, e também um certa separação de “espírito” o amor ainda tá aqui, firme e forte.
E agora é um amor orgulhoso, porque a minha irmãzinha não é mais frágil pequena e indefesa. Ela é uma mulher linda que me deixa muito orgulhosa pela pessoa que se tornou.

 “E eu me peguei pensando em como tudo isso transforma uma noite vendo caras e bocas da Mônica e da Magali nos quadrinhos, em uma noite perfeita!”

E aí vem ela com essa resposta linda!!!
Desde que invadi o blog de minha mãe pra fazer um texto pra ela fiquei com vontade de fazer um pra minha irmã.
Simplesmente pelo fato de que todas as definições de mãe me faziam lembrar dela e não foram poucas as vezes que me peguei desviando o assunto do post por causa disso, daí tinha que refazer tudo de novo.
Quando ela descobriu que eu estava por vir não deve ter sido bom. Era filha única e ter que dividir tudo aquilo realmente não seria uma boa idéia. Daí eu vim e não sei se as coisas foram como ela imaginava. Pra começar, ela sugeriu o meu nome, que eu amo de paixão. E a partir daí não parou. Éramos como unha e carne: inseparáveis.
Fui crescendo e ficando rebelde e esperta. Resumindo: a fiz de gato e sapato. Eu aprontava tanto, taaanto. E ela sempre levava a culpa.
Minha infância junto com a adolescência dela pareceu ter sido a pior coisa na sua vida.
Até eu ir morar com a nossa avó. E ela ficou só. Não tinha mais com quem brigar, brincar 5 minutos de pega-pega e desistir, fazer coreografias, levar os cachorros pra passear, acordar 4 da manhã e ficar comendo Bono e vendo a programação do SBT só pra eu ver como era o pôr-do-sol… E foi aí que as coisas mudaram.
Quando eu voltei, ela me disse que sentiu saudade, que fez promessa pra eu voltar e simplesmente mudou. A gente ainda brigava, mas a relação ainda era outra.
Depois disso, moramos mais pouco tempo juntas e essa separação foi muito ruim. Eu sentia muita saudade, mas sabia que ela precisava daquilo para ser feliz. Ainda estava na infância, mas ela me fez ser uma pessoa madura desde esse momento.
Hoje ela ainda mora longe e gerou uma das pessoas mais importantes da minha vida. A minha sobrinha.
Mínimas coisas mudam o meu dia. Pode ser um recadinho carinhoso no twitter, uma conversa de 5 minutos no skype e até as broncas que ela me dá no MSN.
Quando eu era pequena, falava que minha irmã era mais duas coisas: além de irmã, era minha madrinha de consagração e minha amiga. Hoje, vejo que isso é o menos importante. Ela é a minha MÃE.
É graças a ela que eu sei qual é o satélite natural da Terra. E Maurício de Souza pode fazer o melhor roteiro do mundo, mas a gente se diverte mais só vendo as carinhas.
Gatinha, tudo que a gente passou até hoje fez com que nossa relação se tornasse o que é hoje. Eu amo você não só por ter nascido sua irmã, mas porque tudo o que você fez por mim – desde a papinha de maisena quando eu ficava doente, até perder a sua adolescência para cuidar de mim – foi umas das coisas mais importantes da minha vida.
(Isabela Mascarenhas)

Eu não tô tendo tempo nem pra respirar, mas um sentimento veio e eu preciso “falar”. Sou adepta do não deixe pra dizer o que sente depois. Diga já!

A pessoa começa a existir ainda como embrião e já causa tumulto na sua vida. E você não a quer.
Você não quer ter que dividir, não quer que ela bagunce o seu mundo perfeito!
Não, eu não tô falando da minha gravidez, tô falando da gravidez da minha mãe, gestando a minha irmã. Mas não posso dizer que não estou falando da minha filha.
Eu digo e repito o meu amor, carinho e preocupação com ela não tem diferença ou distinção do que sinto pela minha filhinha, a que gerei.
Isabela é a minha filha/irmã.
Nossa história como irmãs é conturbada, instável e serena.
A gente teve (quer dizer eu tive…) que cultivar e entender esse amor. Eu tive que amadurecer pra perceber que a gente não dividia, a gente multiplicava e aí a mágica aconteceu e ela foi minha amiga, minha cúmplice e minha companheira e ao mesmo tempo meu bebe, meu tesouro que eu tinha que guardar e proteger.
E depois de separação da família, separação de casas, mudanças, e também um certa separação de “espírito” o amor ainda tá aqui, firme e forte.
E agora é um amor orgulhoso, porque a minha irmãzinha não é mais frágil pequena e indefesa. Ela é uma mulher linda que me deixa muito orgulhosa pela pessoa que se tornou.

 “E eu me peguei pensando em como tudo isso transforma uma noite vendo caras e bocas da Mônica e da Magali nos quadrinhos, em uma noite perfeita!”

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