Dica BBB, heim?
Uma das coisas que herdei da mama na última limpa que fiz na cada dela (ha ha ha) foi esse movelzinho aí!
Tava escanteado e cheio de poeira.
Na hora eu quis pra mim e já sabia qual seria o destino dele.

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Ele ainda ficou uns dias encostado e eu sem saber ao certo que eu ia fazer nele.
Aí resolvi colar tecido, separei as estampas, fiz os cortes, colei e…
HORRÍVEL!!!!!

Arranquei tudo e lembrei de umas revistas Zuppi que eu tenho, não tive dúvidas, escolhi uns desenhos bonitos e cola neles!
Eu amava forrar os móveis com revista quando era adolescente, tinha várias coisas assim e ficava horas escolhendo as imagens e colando.
Pra fazer é muito fácil, é só passar a cola e colar o recorte. Depois passar cola por cima pra dar uma impermeabilizada. A depender do móvel é aconselhável passar verniz spray pra reforçar a impermeabilização.

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O lugar certo dele era a minha mesa, pra ver se coloca ordem, porque vou te contar, viu? Nunca vi mesa mais bagunçada que a minha, não importa quantas vezes arrume ou quantos meses fique sem arrumar. É bagunça no grau mil.

No fim da constas eu fiquei meio “decepcionada” porque as estampas ficaram todas escondidinhas. Mas ele tem me ajudado bastante. Agora é bagunça é grau 900…rs

Detalhes dos “badulaques” da minha mesa:

LPS que Dorica me deu e lá atrás eu e Eder versão biscuit

Gatinho de LEGO, feito por Dorica, claro!


Cestinhas que eu AMO!


E minha caneca plástica personalizada luxo da La Pomme com a estampa “Flores de março” que eu desenhei.
(as duas estão disponíveis lá na loja)

Você assina a news da La Pomme?  Semana passada eu mostrei um pedaço do ateliê em primeira mão.
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Olha um pedacinho do que eu mostrei lá:
Olha só que massa essa ideia de mesinha lateral com revistas!

Minhas máquinas ganharam capinhas novas e com a marca da loja <3
E as paredes, ganharam mais amor com os dois lançamentos da La Pomme:
A coleção “Eu amo costurar” e Pôster rígido personalizado.

Tô super animada com as mudanças que ando fazendo por aqui!
Acho que a próxima coisa que vou mostrar é o quarto de Dora :)

Beijocas!

Falei tanto por aqui de reforma, de construção e nunca mostrei nadica de nada né?
Depois de um ano (pouco mais) ainda tremo só de pensar o que foram aqueles meses, foi tanto destempero que quando acabou eu não queria mais nem saber de nada e a vontade de postar sobre simplesmente não existia, sem contar que o tempo ficou curto pra atualizar por aqui e passou.

Mostrei o antes e depois do jardim e só né?

Hoje eu achei umas foticas de como ficou a frente:

Eu acho engraçado observar as pessoas passarem na frente da casa e ficar olhando… Algumas chegam a diminuir a velocidade do carro. Não que tenha ficado coisa de outro mundo, mas é que um vermelhão chama atenção mesmo!

Essas duas últimas fotos são mais atuais! Olha que coisa mais linda essa trepadeira! (Na primeira foto da pra ver ela bem pequena).
Demorei tanto pra mostrar que já tá precisando de uma mãozinha de tinta e os toldos de uma boa água com sabão!

Maridinho que sabe a mulher que tem, vive em busca de soluções ideias pra doida da esposa!
E eis que num domingo eu acordo ele estava ansioso no computador, pra me mostrar isso aqui! E eu que fiquei babando, não poderia deixar de dividir!
Tá tudo bem, ainda é tipo: Sonha Eva, sonha! Mas quem sabe né? Celular também já foi artigo de luxo e ficar por dentro de novas tecnologias não faz mal né?!

“No projeto Tic Tac, dos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenez e Rodrigo Marcondez Ferras, a laje, comodos e paredes são móvei.

Rio de Janeiro – Basta girar o quarto ou deslocar uma das paredes da sala para contemplar uma paisagem diferente. E se precisar de uma sombra na varanda, uma opção é mover um pouco a laje. Afinal, quase tudo nesta casa é móvel. É só apertar um botão e os cômodos correm sobre trilhos. Os responsáveis por este projeto flexível, o Tic Tac, são os arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenez e Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório paulistano FGMF.



O modelo de imóvel foi criado a pedido da revista britânica Wallpaper, que incluiu o trio no ranking dos 30 profissionais mais promissores do mundo na área de arquitetura.


“A revista pediu que criássemos um projeto que refletisse o conceito do escritório. Nossos trabalhos buscam desenhos flexíveis, que trabalhem a integração entre os espaços internos e externos, que proponham ambientes que estão entre o estar dentro e fora de casa. Foi a partir disso que criamos essa casa mutante, que tem partes que se mexem de acordo com as necessidades do morador. Só a cozinha e o banheiro que, por causa das instalações hidráulicas, não podem ser deslocados pelo terreno”, diz o arquiteto Rodrigo Marcondez Ferraz.


O Tic Tac tem 77 metros quadrados com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Isso quando está todo fechado, sem dar giros de até 180 graus em algum dos cômodos, deslocar paredes ou a laje superior. Pois, nesse caso, a casa pode atingir o triplo do tamanho original.


“A ideia é que o imóvel seja erguido sobre um platô, de até 400 metros quadrados. Nele, há trilhos por onde os cômodos podem ser deslocados. Pelas vigas metálicas correm as paredes, também feitas com placas de metal e cobertas internamente de gesso.”


A questão da sustentabilidade também passa pelo projeto. Sua concepção permite a redução de resíduos de obra. Além disso, na construção são utilizados materiais recicláveis, como ferro e alumínio. E o deslocamento das paredes, quartos, sala e laje permitem ao morador aproveitar ao máximo a energia solar.


Este projeto mutante ainda não foi executado. Por enquanto, está apenas no papel. Mas, segundo os arquitetos, ele, pode, sim, ser construído. Para isso, é preciso ter um terreno bem plano. No entanto, por ser desnecessária uma fundação, não há exigência quanto ao tipo de solo.

Projeto similar ao Tic Tac, feito pelos arquitetos da FGMF, tem como opção a o deslocamento da laje.


UM PROJETO SIMILAR EM SÃO PAULO – Em Bauru, já começou a ser erguida pelos arquitetos da FGMF uma casa inspirada no modelo flexível. Na parte superior do imóvel, há uma laje com rodinhas para poder deslocá-la de um lado para o outro. Tudo bem que ainda é uma forma tímida de mover as partes até então fixas da casa. Mas, talvez, a partir de projetos como esse, o mundo terá, em 40 ou 50 anos, uma cidade toda flexível, que pode ser constantemente reconfigurada, conforme a criatividade e necessidade do morador.”
O texto foi copiado na integra e foi escrito por Ystatille Gondim aqui.

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