2009 – Eva Caroline

Na última aula de filosofia, discutiu-se sobre o fim da história, o fim da arte.
O filosofo Artur Danto faz essa afirmação de que a arte morreu, mas não apenas isso, sua morte foi responsável pela sua emancipação: A arte deixa de se impor limites:qualquer objeto visual pode se tornar obra.
Hoje dando uma lida nos blogs de fotografia, me deparei com um texto da Simonetta Persichetti, sobre uma discussão em torno da morte da fotografia, achei muito pertinente sua colocação contraria a essa afirmação.
No meu entendimento não houve morte da arte e não haverá da fotografia, houve (e continuará havendo) ressignificações, novas formas de atuação e de reflexão.
Acredito que todo advento que traz mudanças (grandes ou pequenas) causa estranhamento, e em torno deste estranhamento também muita especulação, discussão, mas as coisas não acabam elas se transformam, evoluem, sem necessariamente deixar de existir. E porque não viver o novo e usufruir das suas facilidades, explorar novas possibilidades ou mesmo revisitar e reinventar coisas antigas/tradicionais nos moldes do novo?
As vezes penso que a habilidade do fazer técnico se sobressai diante da habilidade da reflexão.
Ambos têm seu lugar, o cuidado com a execução é muito valioso, mas ato sem um porque torna-se vago, talvez fútil.

Um salto no vazio – Yvens Klein – 1960

Klein é também conhecido como fotógrafo, Saut dans le vide (Salto no Vazio), que aparentemente mostra-o pulando um muro, braços abertos, em direção da calçada. Klein utilizou a fotografia como evidência de sua capacidade de realizar uma viagem lunar sem auxílio. De fato, Saut dans le vide foi publicada como parte de panfleto de Klein (o artista do espaço) denunciando as expedições lunares da NASA como arrogantes e estúpidas.
O trabalho de Klein gira em torno de um conceito influenciado pela tradição Zen que ele denomina le Vide ou em português: “o Vazio”. O Vazio de Klein é um estado similar ao nirvana, livre de influências do mundo, uma zona neutra em que as pessoas são induzidas a concentrar-se em suas próprias sensações e na “realidade”, e não na “representação”. Klein apresentou sua obra sob formas que a arte é reconhecida, pinturas, um livro, uma composição musical, mas removendo o conteúdo esperado destas formas, pinturas sem imagens, um livro sem palavras, uma composição musical sem composição de fato, restando apenas o meio de expressão artística, tal como ele é. Desta forma ele tentou criar para sua platéia uma “Zona de Sensibilidade Pictórica Imaterial”.
Ao contrário de representar objetos de um modo subjetivo e artístico, Klein quis que seus temas fossem representados por suas impressões: a imagem de suas ausências. O trabalho de Klein reporta-se intensamente a um contexto teórico e de história da arte, mas também metafísico e filosófico, e em seu trabalho ele visou combinar estes contextos. Ele tentou fazer sua audiência experimentar um estado em que uma idéia poderia ser simultaneamente “sentida” e “entendida”.

Texto retirado de: http://rodrigodearaujo.wordpress.com/2009/03/28/yves-klein/

Pessoas queridas, desculpem-me a ausência de post e de comentários.
Fiquei sem net o fim de semana inteiro, só voltou hoje no fim da manha. Por um lado foi bom, me forçou a ficar um pouco mais com a família, mas senti muita falta de vocês!!!
Tenham paciencia que aos poucos vou deixando meus recadinhos nos cantinhos de vocês, mas sintam-se visitadissimas, porque ja passei no blog de cada uma pra ver as novidades, so faltou tempo de deixar recados.
Hoje começou a saga da Carteira de habilitação, depois dos últimos acontecimento me senti forçada a não mais adiar… Hoje foi a primeira aula, a tarde toda!!!! trabalhar??? que nada ninguem precisa trabalhar, pode ficar uma semana prado sem problemas… (as aulas duram uma semana – a teórica)
Uma chatice… blá blá blá… Mas é necessário, se com tudo isso o transito esta caótico desse jeito, imagina só sem isso.

Vivian: Desculpa não ser a sua receitinha, mas não te preocupas a torteleta foi feita e devorada (apesar da comédia da execução) as fotos já estão prontas só falta escrever o texto e a receita e então postar :)
Mas finalmente vamos as fotos:
Bom, eu fiquei na maior dúvida entre postar ou não, mas resolvi postar.
É sobre o trabalho da Artísta Plástica Fernanda Batista, que tem um ateliê no Shopping Paço Alfândega (localizado no Centro de Recife-Pe e instalado numa construção de 1732 que abrigou um convento e posterirmente a alfandega).
No final de semana passado resolvemos conhecer o Shopping e me deparei com esse ateliê, amei a proposta porque foge do que normalmente vemos em ceramica, é um trabalho mais divertido, mais extrovetido e eu gosto disso (dos modelos mais tradicionais também, mas assim é mais minha cara).
Uma pena ela não ter deixado eu fotografar outras peças e coisas lindas que tinha lá, então terei que me restringir a postar a minha aquisição (claro que eu comprei alguma coisa ne??)
POr isso a dúvida entre postar ou não.
Eu acho meio bobagem isso, eu entendo que é o trabalho dela e que existem pessoas inescrupulosas, mas se eu quisesse “roubar” a ideia dela ou os desenho dela, eu não pediria autorização, provavelmente não compraria uma peça e tiraria uma foto de longe como se quisesse fotografar outra coisa. Sem contar que nada diosso impede quem quer fazer uso impróprio do material alheio, ela ainda disse: você pode fotografar as suas (claro ne??)
Mas tudo bem, eu só queria divulgar (muito ou pouco) o trabalho dela porque achei muito bonito, como já disse entendo os motivos dela, apesar de não concordar e também não fiquei chateada não, mas como tagarela que sou não poderia deixar de comentar o acontecido e minha opinião a respeito da mesma… rs
Ah! Ela não tem só ceramica lá não, tem caixinhas e outras coisinhas, e uma composição de ambiente muito legal…. Pena não ter como mostrar ne????




Beijos e boa semana para todas, não sei quando volto por aqui, amanha me parece que o dia vai ser hiper corrido e vai começar beeeem cedo!!!

Evinha

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