Chegou sim!
E eu vim aqui pra te contar duas coisas.

Uma é, na verdade, um agradecimento: Consegui a bolsa pro Decola! LAB e estou muito feliz.
Se você é um criativo e quer decolar uma ideia ou um negócio, dá uma olhadinha na fanpage e no site da espaçonave. Inclusive tem um webseminário massa hoje com a linda da Rafa Cappai:

Venho acompanhando a Rafa e a espaçonave tem uns meses e tenho aprendido demais com o conteúdo disponibilizado.

Uma das coisas que tenho aprendido é a colocar a mão na massa, parar de adiar e de arranjar desculpas e agir, colocar as coisas pra frente. Sair da nossa zona de conforto, parar de achar que não sei, que é difícil, que sou tímida, que… que… que…
Vai e faz! Se não conseguir fazer tudo, fazer tudo o que puder!
E, olha, o resultado é surpreendente!

Desenhar pra mim sempre foi um obstáculo! Sempre curti, mas nunca me achei capaz e acreditei isso do fundo do meu coração.
Mas, felizmente, tenho me libertado desses mitos e monstros que a gente aprende a acreditar, e o pior, a cultivar.

Enfim, chega de blá blá, essa foi a introdução para a segunda coisa que eu quero mostrar!

O mais novo desenho que já tá lá na La Pomme:


Essa mocinha feliz nasceu da inspiração vinda da música de Yuri Queiroga, “Como se a primavera”, interpretada pela voz alegre e doce de Vanessa Oliveira (clica pra ouvir porque vale a pena).

E no fim eu fiquei feliz com o resultado, feliz por ter saído da minha zona de conforto, parado de acreditar em monstros maus e começado a acreditar no poder do fazer!

Gostaram?
Vai lá na loja ver porque além da boneca tem uma estampa pra acompanhar e uma surpresa que quero dividir com você: Clica aqui que eu te dou uma carona até lá

Minha semana vai ser linda e colorida e a sua?
beijos
Evinha!

“Quem aqui já assistiu Procurando Nemo?
Quem não assistiu, assista. É uma ótima aula de biologia”
Assim começa a palestra de Rita Mascarenhas, Bióloga coordenadora do projeto Tartarugas Urbanas – Guajiru.
A ONG Guajiru atua na conservação e recuperação de tartarugas marinhas e educação ambiental na Paraíba há 12 anos.

É um trabalho feito por voluntários que doam um pouco do seu tempo e conhecimento para tornar o projeto viável e ajudar esses animais ameaçados de extinção.
A espécie comum que desova na costa paraibana é a tartaruga de pente, assim chamada pela beleza do seu casco que era utilizado para confecção de pentes e adornos.
As tartarugas nascem e fazem uma viagem pelo mundo em busca de alimento. São fiéis ao local de seu nascimento (só põem ovos no mesmo lugar que nasceram), por isso, com mais ou menos 30 anos, quando alcançam maturidade sexual, elas fazem uma importante viagem de volta para reproduzir e colocar em média 130 ovinhos enterrados na areia. Por esse motivo é tão importante a preservação das praias e sua vegetação nativa, afinal se as tartarugas daquele local não encontrarem condições para reprodução serão extintas.
Além do tratamentos dos animais que chegam doentes ou feridos, uma das ações mais significativas da ONG são as cesarianas de areia que salvam uma média de 12mil tartarugas por ano em um trecho urbano de 7 km de praia.

20140504-083131.jpg

20140504-083117.jpg

Naturalmente os filhotes de tartarugas nascem durante a noite. Mais ou menos 55 dias depois que os ovos são colocados os filhotes rompem o ovo, cavam a areia e chegam à superfície, em seguida, guiadas pela luz dos astros refletidas na água, seguem em direção ao mar.



20140504-083415.jpg
Com a urbanização da orla, as luzes da cidade desorientam as tartarugas que seguem para o lado contrário e morrem cansadas, desidratadas ou até atropeladas. Para evitar isso, todo os dias as praias são monitoradas em busca de ninhos, estes são identificados e cercados (para evitar o pisoteio) e quando as tartarugas estão prontas para nascerem, elas são retiradas da areia pela equipe da ONG durante o dia e colocadas na areia para que, guiadas pelo reflexo do sol no mar, façam o caminho correto e cheguem até a água.



De cada mil tartarugas, uma ou duas chegam à fase adulta. As outras servem de alimento para outros animais ajudando a manter o equilíbrio na cadeia alimentar.
*Texto escrito baseado nas palestras da ONG.

O texto vai ficar (ainda mais) longo, mas é algo que eu precisava deixar registrado aqui.
Antes de mudar para João Pessoa eu já conhecia o projeto e quando mudamos fiquei com muita vontade de fazer parte disso, mas não consegui por conta da bagunça da mudança, adaptação. Enfim…
De alguma forma o universo conspirou pra que um desejo adolescente… (Sim! O meu projeto de vida era me tornar bióloga marinha, viver na praia ou em alto mar e dedicar meus estudos aos animais. Mas no meio do caminho tive que escolher e eu abri mão disso pra ser mãe e o sonho ficou guardado).
Voltando para conspiração do universo:
Um dia Rita entrou em contato com a La Pomme porque precisavam de camisetas para Guajiru – A ONG mantém uma pequena loja com o propósito de levantar recursos para manutenção das atividades, já que não possuem incentivo financeiro externo. É a venda dos produtos disponibilizados que garante a continuidade do trabalho.



As camisetas ficaram lindas e foi um trabalho que eu realizei feliz da vida, pensando nos caminhos que trilhamos, relembrando do meu sonho…
No dia da entrega das camisetas, resolvemos ficar por alí e ajudar um pouco.
Isadora me intimou: Mãe, eu quero ser voluntária! Deixa, por favor!
Ah! Como negar isso? Minha filha não estava me pedindo pra ir ao shopping ou pra lhe comprar coisas caras ou fazer um passeio vazio. Ela queria fazer parte de um projeto que trabalha em prol do coletivo. Não deu pra negar (e na verdade eu não queria). Agora, uma vez por semana nós 3 vamos lá doar um pouquinho do nosso tempo.
Ainda ficamos um pouco perdidos, mas emoção de estar alí é demais.
Ver Isadora empolgada e apaixonada em cuidar da natureza, estar na praia, estar em contato com um pedaço de um sonho antigo.
Sem contar a energia boa que girar em torno das pessoas, o sorriso no rosto, mesmo andando no sol quente, na areia fofa. Nós 3 juntos <3
Eu poderia escrever o resto da vida e não conseguiria explicar  a felicidade de sentir um filhotinho de tartaruga nadando sobre meu pé, de ver Isadora e Eder ajudando no nascimento das tartaruguinhas, de ver presenciar a corrida dessas pequenas em direção ao mar e ver elas ficarem elétricas quando sentem a água do mar…

Sou grata pela minha vida e pelos caminhos que ela tem me levado!
Sou grata pelas pessoas com quem tenho cruzado.

Quem quiser conhecer o trabalho da Guajiru:
www.guajiru.com.br/
www.facebook.com/tartarugasurbanas

Quem quiser ajudar a ONG pode adotar um ninho ou adquirir os produtos da lojinha.
Em breve estará no ar uma loja on line.

E lembrem-se descartem seus lixos de forma correta, pense num consumo consciente, descarte o uso de sacolinhas ou embalagens sempre que der. É assustadoramente crescente o número de animais doentes e mortos com obstrução intestinal causada por plástico. Como diz Rita, até techa de computador já foi encontrada dentro da barriga das tartarugas.
Cuidem da vegetação da praia, aquele “mato” tem um função essencial para reprodução das tartarugas e para o equilibrio da praia. Evite andar sobre a vegetação, não plante coqueiro (o coqueiro não é vegetação típica da orla, faz sombra e mata a vegetação rasteira), não jogue lixo.
Nós não estamos acima da natureza, nós fazemos parte dela e precisamos dela também.
Cada um pode fazer a sua parte, sem precisar sair de casa pra isso, basta pensar nas suas ações e mudar alguns hábitos!


Um beijo pra vocês de uma pessoa que está se sentindo muito feliz!
:)

{Fotos retiradas do facebook do Projeto Tartarugas Urbanas, meu instagram @evinhac e da La Pomme @lojalapomme}

Sabe aquele dia em que você tem certeza que o melhor que poderia ter feito era não ter levantado da cama?
Mas essa não é uma opção e a gente tem que encarar o dia em que nada parece dar certo, não é verdade?

Hoje foi um dia assim:
A sexta começou com um mar de bolinhas de isopor no quintal (as meninas rasgaram o pufe que tinha enchimento de bolinhas de isopor- siiiiim temos duas meninas agora – quem não tá lá facebook e Instagram não sabia ainda, né? A Prim é a nossa nova mascotinha).
Um cano estourado que foi consertado, descobrimos outra rachadura, consertamos novamente, descobrimos outra… Consertamos e no meio do conserto o cano quebrou.
Até umas 10 da manhã nada de conseguir começar a trabalhar. Paciência! Brinquei com as meninas na neve* enquanto limpava, ajudei Eder no que podia pra consertar o vazamento e vim fazer um feijão. Acabou o gás… Vou ali tomar um banho, (espero que tenha agua…), mas nem fui porque Eder foi primeiro e eu tinha que esperar o gás… hahaha
Mesmo assim passamos por tudo sem  perder as estribeiras, afinal mau humor não resolve problema!
E é tão bom quando conseguimos passar pelos problemas assim, com leveza. É difícil, mas quando se consegue dá pra sentir que não é tão difícil assim, na verdade as coisas ficam até mais fáceis.

De quebra eu inda consegui umas fotos bonitinhas de Pop e Prim…

20140425-161137.jpg

20140425-160808.jpg

20140425-160732.jpg

20140425-160720.jpg

20140425-124320.jpg

Agora já é fim de tarde, as coisas se resolveram, o feijão ficou um delícia, ainda tem algumas bolinhas voando (não só pelo quintal), Eder resolveu o problema do cano (isso não inclui o da parede que teve que ser quebrada.. hahahaha).

E já que você tá aqui lendo isso, aproveita pra ver que lindo que ficou o meu caderno de receita mais fofo do mundo: goo.gl/gmzC0e

Beijo e aproveitem o feriado!

20140103-013011.jpg

20140103-013011.jpg

Tenho um orgulho danado da minha filha, pode ser “apenas” corujice de mãe, mas ela é a filha perfeita pra mim. É uma menina muito companheira e observadora. Adora ler, escrever e desenhar!

Esses dias ela postou esse texto no facebook dela:

Tem gente que acha que lar, é o lugar onde mora,é casa, onde vive e onde dorme…
Quando na verdade não é bem isso, lar é um lugar onde você está com sua família, ou com a pessoa que você ama.
O lar não é formado por coisas materiais, nem construída com cimento e tijolo, nem pintada com tinta, o lar pode ser a sua casa, desde que você se sinta feliz com esse lugar, ou então tenha pessoas que você ama nele! O seu lar pode ser uma barraquinha de acampamento, mas você pode estar com a pessoa que você mais ama nela. Do que adianta ter uma mansão e ser rica ou rico se você não pode dar e compartilhar com as pessoas que você ama? Não adianta de nada, temos que aproveitar as pessoas que amamos, que gostamos e temos de aproveitar a vida! Pois a vida e as pessoas podem acabar de uma hora pra outra, dinheiro nem sempre é tudo!

Achei de uma sensibilidade incrível {Já disse lá em cima que sou coruja, né?) e guardei pra trazer pra cá.
Alguns dias depois Beta Bernardo fez o post de nosso ensaio e se referiu a nós assim: um lar em João Pessoa!
Acho fantástico o fato de muitas pessoas se referirem a nós como família. Algumas pessoas nos encontram e dizem: “Oi, Família!”. Talvez isso se deva ao fato de estarmos praticamente o tempo inteiro juntos. Mas nunca ninguém havia captado algo que é tão verdade pra nós: Nós 3 somos o nosso lar, seja lá pra onde formos. Como Isadora disse, pode ser uma barraquinha! Ou como Beta registrou, debaixo de algumas árvores com os pés no chão!


Justo agora que estamos passando por um momento muito mágico que é reconstruir (fisicamente) outro lar, em outro lugar! É um momento cheio de expectativas, de esperança e planos!
Mas Beta {e sua fotografia} é assim mesmo: sensibilidade pura! As imagens que vi quando ela me mostrou o ensaio eram o retrato fiel do nosso lar. Eram imagens permeadas de amor, de sorrisos… éramos nós!
Engraçado é que acompanho o trabalho desde sempre e o que via era sentimento puro, bruto e lindo em cada imagem postada em sua fan page. Mas ver fotos minhas e de minha família foi um sentimento inigualável.

Explico melhor!
Sempre tive horror, pavor, psicose que me fotografassem, até a adolescência eu literalmente corria de foto ou me escondia. Depois passei a permitir que me fotografassem, mas nunca me senti a vontade com essa situação.
Não me sentia bem vendo fotos minhas (só gostava das fotos que eu mesma fazia de mim). Não tem a ver com vaidade, com gostar ou não do que vejo no espelho, era não me ver na imagem de mim mesma… louco né?! Enfim…

O lance é que Beta já havia lançado a ideia de fotografar a gente e eu recusava, meio que esquivando (mentira, me esquivando completamente).
Mas aí que ela chegou por aqui, nesse momento tão bom que estamos vivendo e eu achei que merecia um registro, achei que devia nos permitir.
Claro que eu esperava imagens bonitas, com muito desfoque no fundo, com muito contraste e uma superexposição perfeitamente colocada!
Errei feio, dancei com minhas expectativas. Beta sambou na minha cara e me deu um dos melhores presentes que já ganhei na vida, mudou a forma como eu me enxergava e mudou completamente a minha relação com o “me ver” em fotografias.
Pois é… eu não alimentei expectativas com relação a essas fotos, não por não confiar no trabalho de Beta (trabalho que sempre amei, babei, venerei), mas por me conhecer e achar que não me enxergaria naquelas imagens, que teria imagens lindas, nas quais não me reconhecia (tenho probleminhas, assumo! Ou tinha!).

Então… foi uma sambada com classe. O que Beta fez não foram imagens simplesmente, ela fez a magia da fotografia acontecer, ela congelou e nos deu de presente pra guardar pra sempre aquele momento tão nosso, sentimentos que só nós 3 (e agora ela) conhecemos. Não foi simplesmente apertar o botão, foi saber despertar e captar nossa essência, foi fazer as escolhas corretas pra contar um traço da nossa história.
Quando eu vi as fotos eu não sabia se ria, se gritava, se chorava! Eu surtei. Eu me ENXERGAVA!  Eramos nós 3 – nosso lar!


E não tem mais nada que eu possa falar ou descrever que consiga traduzir o que eu senti!

Eu só posso dizer: Obrigada, Beta!!!!! (Porque o abraço sufocante eu já dei!!!)
E pedir pra vocês correrem lá no site dela e apreciar milhões de sentimentos sensivelmente traduzidos em luz e sombra por Beta Bernardo!
Clica aqui pra ver as outras fotos da gente e aproveita e olha os outros ensaios belíssimos!

Quando a gente topa cuidar de um bichinho a gente sabe que a probabilidade de vê-lo morrer é muito maior que a do seu bichinho ficar sem você. Mas apesar de saber disso a gente nunca espera que aconteça. A gente alimenta a esperança de que esse dia está longe de chegar.
A gente, mesmo sem querer, é tomado pelo amor e pelo companherismo incondicional que eles oferecem, mas um dia eles vão, seja por uma doença, seja por velhice. É triste e doído, mas o dia chega.

A nossa amarela (Nina) não resistiu à doença e foi correr na praia do céu dos cachorros. Foi uma despedida triste, distante (ela estava internada quando aconteceu), mas bonita e cheia de significados, eu não vou relatar aqui porque foi uma experiência íntima demais não sei se cabe neste espaço. Quem quiser, me chama no privado e eu conto (sabendo com quem tô falando. :)
Eu não me desesperei, nos dois dias seguintes estava totalmente em paz, sabia que tinha sido a hora dela ir, aqui ela só estava tendo sofrimento.
Depois de uns dias fiquei triste, senti falta, como não podia ser diferente… Foi um sentimento diferente do que imaginei que seria, não era dor, não era desesperado, era triste, vazio.

Mas eu não queria alimentar tristeza, não queria lembrar dela com tristeza, ela trouxe muita coisa boa pra nossa vida, pra ficar marcada pela tristeza que deixou. Mas, como Dorinha disse, a casa estava vazia!
Ficamos procurando um cãozinho pra adoção, queria uma cadelinha, foi então que apareceu essa foto no meu feed

Me apaixonei por esses olhinhos e essa linguona de fora! Tentei contato e não consegui. Deixei pra lá, fiquei com medo de estar sendo afoita e precipitada.
Uma semana depois ela apareceu no meu feed novamente. Dessa vez eu insisti, fui visitá-la e já voltei com ela!

Ela trouxe alegria pra casa de novo, claro que ela não substitui Nina, mas assim como Nina fez um dia, ela trouxe vida pra nossa casa.
A ironia da história é que ela estava sem dono porque o dono antigo morreu. Como Beta me falou em um comentário “Corações partidos curando corações partidos.”
E essa é Pop (Pop porque pula como pipoca!), depois de passar pelo veterinário, tomar banho e, claro, ganhar um lencinho!

Agora começa um novo ciclo!
E começa tudo do zero, todos os ensinamentos, todo o nosso aprendizado. E vai ser delicioso, vai sim!

Hoje foi dia de celebrar a vida! De agradecer e comemorar com alegria a chegada dessa pequena serelepe. Ficamos em casa, mexendo aqui e alí, numa mistura de “preguiçar” e cuidar das coisas. Em meio à lembranças e um sentimento de gratidão.
E pra marcar esse novo ciclo, resolvemos plantar a mudinha de Pitanga que tava esperando por esse momento!
Plantamos a primeira de muitas árvores da #eiecasatartaruga.


*a melancia tava estragada e a gente enterra todo o material orgânico da casa pra virar adubo :)

A semana encerrou com um sentimento bom de esperança.
Pra mim e pra vocês eu desejo uma semana feliz, com sorrisos e amor. Com força e garra!

Beijoca pra vocês!

Adereçar minha casa não é um ato com resultado puramente estético. Decorar é um ato de ocupação, de demarcação de território. Não para os outros, mas para mim. É criar um sentimento de pertencimento. É quase um brandar: “aqui eu habito, este é o meu lugar”
Colocar tinta na parede é pincelar a vida com alegria. Pendurar quadros é perpetuar histórias. Escolher uma roupa de cama é adicionar à casa, afeto.
Penduricalhos, almofadas, móveis não são simplesmente adereços, são ícones, são referenciais. Cores, objetos, móveis dão forma física à nossa energia, sentimentos, lembranças…
E assim a casa vai sendo permeada de sentidos, vai ganhando alma até torna-se um lar. Decoração não é pompa e exibicionismo, é identidade, é o que me permite andar pela casa e me enxergar fora de mim.
Mas um lar não é só decoração, há um tanto de nós na bagunça do dia a dia, na roupa dançando no varal, no leite derramado no fogão.
Lar é um organismo fluido alimentado pelo nosso viver!

E vocês? como enxergam a casa?

Deixa a música rolar, sem ela o post perde metade do sentido:

Segurei na sua mão e desde então estamos atravessando o mundo juntos!
E por este mundo, agora posso caminhar sabendo que sou de alguém que só quer ser meu e essa é das sensações mais gostosas de se ter.

Você me mostra, me ensina e me guia por caminhos que eu nunca imaginei ser capaz de trilhar.
Me faz chorar, me faz rir, me faz sentir vontade de continuar e seguir em frente sem nunca, nunca parar ou fraquejar.
Me ajuda a dominar meus medos e me protege (mesmo que seja brigando e ficando bravo).


Com você ganhei o melhor sentido e sentimento que alguém pode ter na vida: o ser mãe!

Entre nós não é preciso uma data para festejar a vida e nossos sentimentos. Essa comemoração é diária. É nas pequenas coisas, com olhar, com sorriso, com café quentinho ou melão cortadinho…

Hoje, amanhã e todos os dias, espero poder alimentar a felicidade que é viver a família que formamos. Com amor, cumplicidade, carinho, afeto e cuidado.
Você é peça importante do conjunto que formamos.

Agora, juntos, guiamos e cuidamos das aventuras de uma pequena sonhadora… E muitas vezes somos pegos de surpresa quando é ela que nos guia e nos traz de volta para o caminho…

Somos felizes por ter você tão pertinho assim, pra dar beijo e abraço sanduíche!



Com todo nosso amor que existe, não dentro, mas em volta de nós
{Dorica e Anjinha}

Tem diferença?

Às vezes eu fico pensando em umas coisas (não sei porque patavinas, mas fico):

Gente, tem diferença estar casada ou juntada? o que define um casamento?
Eu acho que mesmo quando não se divide a mesma cama ou a mesma casa um relacionamento, a depender do nível de envolvimento já é um casamento. Um papel, uma anel, não é o que faz a vida a dois.
É exatamente a vida, o dia a dia, a meneira de encarar a relação que a transforma no que ela de fato é.
Ou seja: “juntou as coisas, casou!”
Você vai acordar descabelada e quem estiver ao seu lado vai te achar linda, você vai aturar o mau humor desta pessoa e nem por isso deixará de amá-la (terá vontade de matá-la, mais ainda amará).
Você vai cuidar dela e ela de você, aprenderão a dividir e a respeitar o desejo de individualidade do outro. Você aprenderá que as consequências de suas ações não recaem mais apenas sobre você, existe mais alguém em quem pensar.
Você voltará prá casa e saberá que terá alguém pra te abraçar. Você fará “merdas” e sabe que de alguma forma vai ser repreendida por alguém, porque tem quem se preocupe com você e que esse alguém com certeza, vai te proteger dessa “merda” se você precisar.
Estar casado, não é assinar um papel e fazer um festa linda.
Pra alguns isso faz parte, pra outros é um rito, uma passagem, pra outros dispensável, mas de longe isto é o que torna o casamento um fato!
beijos e queijos

© 2014 asperipeciasdeeva.com.br Suffusion theme by Sayontan Sinha